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Fratura na Coluna

Fratura na Coluna - Informações sobre a Doença

Fratura na Coluna

O que são fraturas?

São perdas da integridade do osso da coluna (rachadura, trinca, esmagamento, fragmentação, deslocamento) em decorrência de uma carga mecânica.

É necessário um impacto muito forte para que ocorra uma fratura na coluna?

fratura-na-coluna-doencas-2Não necessariamente. Podemos dividir as fraturas como “traumáticas” ou “patológicas”. As primeiras, geralmente ocorrem em decorrência de um trauma mais intenso. As “patológicas” são associadas a outras patologias, principalmente osteoporose ou infiltração tumoral que deixam o osso mais suscetível a fraturas sem necessariamente uma carga mecânica ou impacto mais importante estar relacionado. A osteoporose é frequente em idosos e mulheres após a menopausa, e seus indivíduos podem apresentar fraturas em movimentos corriqueiros como levantando uma sacola de supermercado ou uma mala ou leves impactos, como ao passar em buracos e lombadas nas ruas da cidade. Da mesma forma, pacientes com histórico de tratamento de tumor (em qualquer local do corpo) também devem ser investigados para questão desse tipo de fratura.

Como fazer o diagnóstico?

O diagnóstico é de elevada preocupação para as equipes médicas, pois pode levar a instabilidades na estrutura da coluna, favorecendo escorregamentos e compressões de estruturas nervosas, podendo deixar sequelas de força de caráter definitivo e irreversível. No geral, sua manifestação inicial pode ser apenas dor. As queixas do paciente e a história clínica são fundamentais, além de exames de imagem adequados.

Como tratar as fraturas na coluna?

Após uma avaliação detalhada das características de uma fratura na coluna, predizemos se apesar da lesão a estrutura da coluna mantém-se estável ou se ela foi suficiente para abalar esta estabilidade, o que poderia levar a escorregamentos e/ou deformidades no futuro, o que implicaria em risco de lesão neurológica. Quando a fratura é considerada “estável”, ela pode ser tratada conservadoramente, podendo utilizar-se do auxílio de alguma órtese (colar, colete). Caso seja considerada “instável” ou mesmo se o tratamento conservador for ineficaz, indica-se tratamento cirúrgico, com descompressões e fixações.

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